segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Mais do mesmo

O que vou falar hoje poderia ser uma continução de 2 posts antigos: Despedida e Amizade com ex.
O mesmo ser que me inspirou nesses textos, quiçá me inspirou a fazer esse blog, essa semana me deu mais um assunto para colocar aqui.
Como já disse está fora do país e, mesmo nosso relacionamento tendo durado pouco e a muito tempo atrás,mantivemos uma amizade.
Mas é aí que você pára pra pensar: até onde vale a pena manter? Porque eu penso que quando mantivemos uma amizade com ex é para não ficar aquela sensação de "nunca mais falo com você", e as vezes saber como a pessoa vai, o que está fazendo da vida, um comportamento civilizado. Agora, chegar ao ponto de falar sobre seu relacionamento com a pessoa atual para a ex é bem complicado. Pior ainda, vir pedir conselho de como faz pois "está querendo terminar, já conversou e a pessoa não se toca"; ou melhor ainda justificar que é difícil "porque é a primeira vez que estou terminando sem ter outra pessoa envolvida na história".Opa! Obrigada por enfiar o dedo na ferida.
Admito que esbocei um sorriso quando soube disso,  não que Maria leve alguma vantagem, mas só de saber melhorou meu astral. Mas mesmo assim combinemos, eu não quero, e duvido que alguma outra ex queira, servir de ombro de consolo.
E também há outro problema, levando em conta as cantadinhas que me dá direto e reto, esa conversa seria alguma dica? Alguma indireta? Se for, colega, seja literal, pois uma coisa que aprendi é que homem tem que ser levado só literalmente, porque se for tentar ler nas entrelinhas a mulher pira e passa por neurótica.

sábado, 23 de janeiro de 2010

A profissão mais antiga do mundo ...

... Pode acabar sendo extinta. Calma que eu vou explicar aos poucos.
Na esquina ao lado da minha casa tem um puteiro e olha que onde moro é considerado um bairro bom, mas elas são comportadas, não fazem ponto na rua nem arruaça, os clientes que vão até a casa e não o contrário; inclusive se não tivessem me contado eu nunca desconfiaria.
Nos momentos de ócio eu e minha mãe gostamos de ficar na varanda e observar a cara dos homens que entram na casa. Totalmente atoa, mas é divertido.
Hoje percebemos uma coisa, os clientes são, em sua maioria, homens maduros ou com aparência de pessoas bem simples. E por que disso? Se formos pensar a busca desse tipo de serviço é costume mais desses dois públicos, principalmente porque antigamente os pais levavam os filhos a bordéis para perder a virgindade e, como as mulheres eram mais recatadas, era mais difícil de conseguir o que queriam. Para não ir tão atrás no tempo, tenho amigos que contavam na escola dos pais terem os levado em locais do tipo.
Hoje em dia, com toda a liberação sexual que há, homens de qualquer idade podem somente pagar um jantar, cineminha, ou até mesmo uma cerveja na balada que conseguem o que querem dependendo da mulher pela qual se interessarem; então se por menos de R$20 ele consegue sexo para quê pagar mais de R$50 - pensando em uma prostitua de um nível "melhor"- por uma que talvez nem esteja tão nos padrões que lhe interessam?
As mulheres terem alcançado o mesmo direito dos homens é ótimo, porém não necessariamente a mente humana acompanhou essa evolução. Deixo a pergunta: será que na cabeça da maior parte dos homens pagar um valor X por uma puta e pagar um jantar para conseguir sexo com uma lanchinho não tem o mesmo peso moralmente falando?

domingo, 27 de dezembro de 2009

O Flerte

Acabei de chegar de viagem, estou saindo de viagem novamente na terça, mas consegui tempo E ASSUNTO, para postar antes de ficar um bom período sumida.
Fui passar o Natal com a família em um Resort no Paraná, onde decidi que não ficaria atoa o dia inteiro então resolvi fazer todas as aulas de ginástica que tinham por dia, variava entre três e quatro; o grupo de professores era sempre o mesmo - um casal e um amigo - com quem logo me enturmei.
Desde o primeiro dia virava e mexia algum parente meu vinha me falar que achava que o professor solteiro estava afim de mim. Sujeito simpático, legal, bonito,seis anos a mais, batia na minha cintura, mas eu pegaria fácil - só que eu me fazia de boba pra minha família como se nem estivesse percebendo.
Conforme os dias foram passando eu fui mais concordando com o que me falavam. Ontem a noite, meu último dia no local, teve um show musical ao vivo, vi que ele estava sozinho e fui lá fazer companhia; ficamos conversando até 1h30 da madrugada e falamos sobre tudo até que caiu no assunto "pegação", quanto mais aprofundávamos no assunto mais o desejo mútuo ficava óbvio. O único problema era que ele, contando sobre suas aventuras com hóspedes deixou claro que: 1º- tinha que ser escondido para não dar bode já que estávamos no seu lugar de trabalho (entenda-se vamos para o chalé), 2º- não dava corda para as adolescentes pois elas saíam contando que tinham ficado com "o tio do fitness" e só queriam ficar no beijo, 3º- e último ele estava deixando bem claro que queria pacote completo comigo.
Eu queria muito pegar ele, afinal ficamos de charminho um pro outro a semana inteira, e juro que fiquei tentada a ir ao seu chalé; mas depois de pensar bem acabei indo para o meu chalé - onde minha mãe se encontrava - e fui dormir (não que eu tenha conseguido direito, porque fiquei uma pilha).
Como nós mesmos tínhamos conversado, acredito que se a pessoa - homem ou mulher - está com vontade não deve ficar com falsos pudores, mas ao mesmo tempo uma vez que você toma coragem de liberar para um cara na primeira noite, as próximas vezes ficam mais fáceis de acontecer o mesmo e a partir daí o sexo pode ficar banalizado e haver maiores chances de aparecerem problemas (DST's, gravidez, e até pessoas violentas).
Fui embora com "dor no saco" - sim, isso não acontece só com homens, pelo menos digo por mim - mas ao mesmo tempo voltei satisfeita para casa por um só motivo: o flerte, paquerinha, "te quiero", que rolou durante todo o tempo que fiquei hospedada lá. Ao mesmo tempo que é algo inocente, vai gerando uma tensão sexual entre as pessoas sensacional. Os dois conversam assuntos banais mas a posição física e olhar que tomam um para o outro dizem muito mais, percebe-se que a forma de tratar os outros no mesmo ambiente é diferente.A tempos não passava por uma situação dessas, no máximo paquera na balada, que acaba sendo meio "fast-food"; sou muito mais a favor de paqueras assim que duram dias, as vezes até meses, antes de acontecer alguma coisa. É praticamente um jogo de sedução e conquista, o que sou totalmente a favor quando se está no início da interação entre as pessoas; joguinho durante um relacionamento que já está firmado é insuportável, ridículo e infantil.
Podem ter certeza que vou ficar sonhando ainda por um bom tempo com aquele chalé, e por mais que ele tenha me dito várias vezes que eu iria me arrepender de não ter ido, por ele tomar uma postura "liberal" e se mostrar muito afim de mim, com certeza lá no fundo ele me respeita muito mais tendo eu tomado a atitude que tomei do que se tivesse feito o contrário.  Por mais que os homens se mostrem compreensíveis às novas posturas que as mulheres vêm tomando, na verdade eles só pensam assim na hora do bem bom, na vida corriqueira continuam se mantendo com pensamentos antigos e machistas.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Às depiladoras

Definitivamente meu relacionamento com prestadores de serviços não anda bom nessas últimas semanas.
No último post falei sobre a vendedora, hoje falarei sobre a depiladora. E a história é fresquinha - aconteceu hoje de manhã.
Viajo segunda, vou ficar uns bons dias fora da cidade e precisava dar um tapa na situação que estava feia. Apelei para uma casa de depilação aqui perto de casa que já a algum tempo tinha desistido de ir porque elas são muito drivethru.
Cheguei lá, a moça me chamou para sua sala e, logo que entrei ela olhou pra mim e disse: "tira a calcinha". Pensei comigo: "Como assim?Não pergunta nem meu nome? Poxa nem rolou um drink antes". Só quando já estávamos no meio da depilação que ela foi perguntar como chamava. Por mais que eu fosse fazer o serviço completo ela, como profissional que é, deveria deixar a cliente o mais confortável possível, mesmo que isso implicasse em deixar o trabalho mais difícil pra ela; e eu definitivamente por mais que não fosse deixar um pelo se quer no corpo ODEIO tirar a calcinha na depilação. Outro detalhe, elas costumam dar uma "aparada" ou cortar uns pedaços que ficaram com cera, daí a moça saiu para pegar a tesoura e me volta com uma daquelas de cortar pano! Das grandonas sabe?!Na hora tive certeza que perderia uma parte do corpo.
Eu sinceramente não sei o que acontece com as depiladoras de São Paulo, se sou eu que dou muito azar ou elas que são muito ruins mesmo. Costumava ir em uma quando morava no interior com quem até me divertia, ela fazia o trabalho com calma e conversávamos durante toda a sessão, praticamente nem via a hora passar e a dor acabava sendo até menor, isso porque normalmente dava mais de uma hora de serviço. Tudo bem que não é um trabalho muito agradável, penso na verdade que não é nem um pouco, mas ela não precisa descontar em mim a frustração que tem com seu emprego. Jesus! Ela praticamente fez um Papanicolau com a cera em mim!E tudo isso em menos de meia hora.
Eu ainda pretendo dar um jeito de fazer tudo a laiser para terminar com esse sofrimento.
No final, eu que pretendia sair de lá com um Mondrian levei um Miró pra casa.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Tratada como lixo

Eu uso esse blog para falar sobre relacionamentos, na maioria entre homens e mulheres, mas a intenção é no geral falar de relacionamentos interpessoais.
Passei por uma situação ontem e hoje que meu deixou bem chateada e irritada ao mesmo tempo e gostaria de comentá-la.
Acabei minha faculdade esse ano e estou nos preparativos para a formatura; já faz um tempo que estou com um modelo específico de vestido na cabeça e não consigo achar em lugar algum. Ontem passei o dia indo em vários lugares em busca de algo que me agradasse. Achei dois lindos na "Rua das Noivas" - inclusive adorei vários vendedores perguntando se eu estava procurando vestido de noiva - e depois fui em uma rua do Itaim Bibi que minha madrinha havia dito que tinham muitas lojas de roupas de festa, nesse lugar entrei em N lojas e experiemntei N vestidos, todos muito bonitos mas nenhum que fosse A paixão- infelizmente eu tenho disso com roupa. Até que, quando já estava quase desistindo entrei em uma loja, puxei um vestido X para olhar e encontrei: era exatamente o modelo que eu vinha sonhando.
Porém o preço não era nem um pouco agradável, mas apesar disso dava pra eu pagar mesmo achando muito para um vestido que provavelmente vou usar muito pouco. O problema aqui é que a loja era meio boutique e a vendedora quando perguntamos o preço, e percebeu que assustamos, fechou a cara na hora nos olhando com cara de "me liberem logo porque não vão ter como pagar".Tudo bem que achei caro mesmo e eu não sou do tipo que ando na rua parecendo que vou para uma festa, muito pelo contrário, ando bem básica- normalmente de tênis e cabelo amarrado- as vezes até um pouco desleixada.
Já estava bem desanimada pelo preço e fiquei de certa forma ofendida com a maneira que fui tratada, na hora desisti do vestido dos meus sonhos mesmo minha mãe dizendo que pagaria pra mim como presente de formatura.
Depois fiquei pensando: poxa, tenho condições de comprar aquele vestido, ele é exatamente do jeitinho que eu queria e vou acabar escolhendo um mais barato que gostei e engolir o sapo? Não mesmo.
Hoje de manhã voltei lá, marcamos o que precisaria ajustar e comprei. A VISTA. O monstro de vendedora de ontem se transformou em uma fada madrinha hoje.
Eu fico emputecida com pessoas que mudam a forma de te tratar dependendo de quanto elas percebem que você tem de dinheiro. Eu tinha direito de ter aquele vestido e ser bem tratada pela vendedora, nem que pegasse empréstimo no banco e dividisse em 10 vezes. É normal ver comportamentos assim de pessoas que se consideram "da alta sociedade" mas o pior de tudo é que fiquei mal por algo que eu podia e que provavelmente a vendedora não conseguiria comprar com o salário mínimo que deve receber.
Desde quando a pessoa é o que ela tem e não o que ela é? E seu caráter, personalidade, inteligência? Será que atualmente, como vivemos no mundo do "ter", quem só "é" não serve pra nada? A pessoa que "é" precisa estar com roupas de grife para se tornar mais interessante? Se o mundo realmente está sendo dominado por tipos assim, por favor alguém me arranje uma passagem pra Marte o mais rápido possível. 

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Dúvida

Meu post hoje não será bem um texto, mas umas dúvidas que tenho e gostaria que me respondessem pra ver se algumas atitudes masculinas fazem sentido pra mim.
Alguém me diga por favor o que leva um homem, que vive demonstrando carinho pela namorada e afirma ter sexo diário, sair em busca de outras mulheres?

Seria pra se auto afirmar? Auto estima baixa? Nunca fez e nunca fará sentido pra mim.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Filmes reais

Já faz um tempo que não ando tendo casos de amigas/ conhecidas muito menos meus para contar por aqui por isso a falta de posts. É moçada, a coisa anda feia.
Mas ontem fui assistir um filme: 500 dias com ela . Fui esperando mais uma daquelas comédias românticas bem água com açúcar, em que no final tudo se acerta.
Se você não viu e pretende ver sem saber o final, melhor nem continuar lendo porque aí vai um MEGA SPOILER agora. Tom se apaixona pela Summer acreditando ela é a mulher de sua vida, ficam juntos um tempo, ela sem querer nada sério termina com ele e pouco tempo depois se casa com outro.
Aí você pensa ne.. WTFF!! Mas acredito que é exatamente isso que todo filme romântico deveria mostrar.
Simples, "tinha que ser" e "o destino quis assim" não existem. Isso é coisa que enfiam na nossa cabeça desde aqueles contos de fadas que nos contavam quando éramos crianças até os filmes da Julia Roberts que vemos hoje em dia.
O nosso destino a gente que faz, ficamos com uma pessoa ou a trocamos por outra porque queremos e não porque um tal de destino, que nem sabemos a cara, quis.
A Summer tinha ao lado dela um cara que faria TUDO por ela, que a amava e tratava bem, simpático e bom moço. Ela preferiu que voltassem a ser só amigos e pouco tempo depois casou com outro. Talvez faltou nele passar alguma coisa para ela que a fizesse ter vontade de se fixar com ele, ou simplesmente o tempo de diferença entre um relacionamento e outro fez com que ela amadurecesse e visse que não queria mais ficar só na bagunça. Mas definitivamente, não foi o destino.

domingo, 1 de novembro de 2009

Despedida

Sabe quando você só percebe o quanto gosta de alguém depois que tudo termina? Eu passei por isso no começo da faculdade, só que o sentimento se mantém até hoje. Talvez porque mesmo depois do término nunca deixamos de nos falar, mantivemos contato quase diário.
Até que um dia, cansada dessa situação, pensei comigo "ele podia sumir, mudar de cidade ou de estado, seria mais fácil assim". Pois é, aconteceu, no meio desse ano ele me ligou contando que iria passar dois anos na África, na hora fiquei em choque, mas a ida dele foi sendo adiada tantas vezes que acabei acreditando que não iria mais acontecer.
Não foi bem assim, hoje foi o dia da partida e não o vejo pessoalmente desde o meio do ano, conversamos um pouco durante a semana mas só sobre amenidades e acabei não me despedindo direito.
Sei que não foi meu pensamento que fez com que isso acontecesse, mas me sinto mal de pensar que não terei mais quase diariamente conversas via e-mail com essa pessoa tão querida que duravam praticamente o dia inteiro, e que considerava já parte da minha rotina.
Assumo que cheguei a pensar que isso seria uma boa pois assim o namoro dele terminaria - que pensamento pobre e ridiculo - mas vendo melhor, percebo que é agora ou nunca que me livro de vez desse sentimento.




ps.: queria agradecer ao blog da Encalhada que me deu o selo Meme



*Regra: Escrever uma lista com oito características suas e indicar oito blogs para o selo, sem deixar de avisar a cada um deles.

Primeiramente vou enumerar as qualidades que eu "acho" que possuo ( me corrigam se eu estiver errada):

1. Falante
2. Feliz
3. Sem noção
4. Desastrada
5.Alegre
6. Criativa
7. Animada
8. Empolgada
E agora os Blogs para os quais eu repasso este selo:

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Amizade com ex

Acredito que a amizade com alguém que já namoramos/enrolamos/etc é sim possível, e inclusive o mais civilizado a se fazer; afinal, se o término não ocorreu por algo MUITO cabeludo, não faz sentido cortar contato com alguém que anteriormente nos dávamos tão bem. Além de que pode servir de lanchinho, se ambos souberem separar pegação e sentimento.
O mais difícil é que a amizade simples e pura fique clara para ambos, sem nem uma pontinha de esperança de volta.
Hoje a tarde minha mãe me perguntou de um cara com quem me envolvi anos atrás,  mas falou assim "e aquele seu amigo?". Vou confessar que, apesar de ter uma super amizade com essa pessoa, quando ela disse isso custei relacionar a palavra amigo com a pessoa do assunto; e mesmo pensando "melhor tê-lo como amigo do que perder o contato" foi a primeira vez que visualizei que somos amigos, ponto. E isso foi bem estranho.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Pedaço de carne

Antes que me taquem pedra quero deixar uma coisa bem clara: esse NÃO É um post detonando as gordinhas, defendendo magrinhas, nem NADA do tipo.
Só quero falar sobre algo que venho notando a algum tempo no comportamento masculino, não que isso exista só nas últimas décadas, mas com certas exigências que a sociedade vem fazendo no padrão corporal feminino dá-se mais a perceber.
Lá na época da minha avó e um pouco na época da minha mãe, mulheres bonitas eram aquelas bem cheias de curvas, do tipo das pinup's. Quando na década de 70, surgiram modelos como a Twiggy, o padrão magricela começou a se instalar e, mesmo tendo umas curtas baixas, se estende até hoje. Não acho bonito mulheres gordinhas, principalmente por uma questão de saúde, mas acredito que se ela se sente bem da maneira que está não tem que se preocupar com o que os outros pensam; e mesmo sendo magra - não magricela, que isso fique claro - sou extremamente contra essa ditadura dos ossinhos aparecendo; acho horrível mulheres/ meninas cadavéricas. Inclusive vi um programa ontem que falava de uma menina de OITO anos com anorexia.
Mas o principal é o seguinte: a ditadura da moda e a sociedade pressionam as mulheres a serem magras, elas sofrem e se viram nos 30 para chegar ao "corpo perfeito". Sabe pra que? Pra começar a sair com um cara, ou até mesmo  namorar e ouvir ele falar assim "_Eu gosto de mulher que tem onde pegar, com sustância!".
Uma histórinha para ilustrar: tenho uma conhecida que sempre foi uma adolescente linda, não magra demais nem gorda demais - gostosa, aí começou a namorar uma besta e engordou absurdamente - está beirando a obesidade. Hoje em dia ela está casada com essa coisa, mas logo no começo do namoro, um dia a avó falou para que ela se cuidasse, que estava ficando desleixada e que poderia fazer mal para sua saúde, o cara sendo rude com a senhora disse "Tá bom assim, eu gosto de mulher com carne!". PUTA MACHISMO.
Aí depois tem gente que não entende porque atualmente tem tanta mulher neurótica; pois aquele mesmo cara que na balada sacaneia as gordinhas depois fala pra magrela que "gosta de ter onde pegar"; é pra guria surtar né?
Eu, que sempre fui elogiada por ter uma barriga zero, tempos atrás ouvi "reclamações" de um cara sobre isso. Desculpa, mas se eu estou me sentindo bem assim, se estou feliz com o meu corpo, e estou saudável não vou mudar por causa de um babaca que só me vê como um pedaço de carne. Digo o mesmo para as gordinhas, você tá feliz assim e não está prejudicando a sua saúde? Querida seja feliz com você mesma.